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Programação

07h 30min
O sol é para Todos – roda literária sobre questões raciais e luta pelos direitos civis nos EUA
Flávia Vital, Andressa Pedrosa, Ângela Poz, Anna Carolina Boldrini, Anna Caramuru
Resumo: O SOL É PARA TODOS: uma intervenção literária contra o racismo
A presente roda literária pretende ser um espaço para discussão e reflexão contra o racismo a partir de “O sol é para todos”, um clássico da literatura mundial. A obra retrata a segregação racial do sul dos EUA, na década de 30, quando um advogado resolve aceitar o desafio de defender um negro, mesmo diante da posição contrária da maioria dos habitantes da pequena cidade de Maycomb. A narrativa parte do ponto de vista leve e inocente de Scout, uma criança ainda não influenciada pela visão dos adultos. O clássico é um convite para a experimentação da empatia, pois “você nunca entende alguém de verdade até considerar as coisas pelo ponto de vista dela” (Atticus Finch).
Local: Sala 15
Roda de Conversa
Escritoras Pretas: LiterATURA OU SURTA
Celiane Vieira – UFV

Sala: 06

Oficina
Ofício da Rezadeira: sabenças e saberes
D. Etelvina Pereira Oliveira

Local: Sala 05

Roda de Conversa
Diálogos e caminhos para a tolerância Religiosa – religiões de matriz Africana - Umbanda
Pai Adão e Mãe Creusa

Local: Sala 02

Roda de Conversa
Oficina de Máscaras africanas
Kíssila Ribeiro e Horácio Pires

Local: sala 20

OBS: Participantes: levar papelão, pistola de cola quente e refil de cola quente

 

Oficina
08h
Cineclube Debates - O preconceito nas redes sociais: do racismo velado ao discurso de ódio
Priscila Reis (UENF), Rafael Ferreira Tardin (IFF), Wallace (UENF)

Este encontro tem por objetivo, discutir sobre os diversos discursos que se apresentam nas redes sociais, refletindo de que modo estes se constroem e se multiplicam dentro da rede. Nesse sentido, serão analisados tanto os discursos que tentam desqualificar o negro e toda sua história de luta, assim como, os movimentos sociais, não reconhecendo a existência do racismo e seus desdobramentos, utilizando-se de falácias para desqualificá-los, até aqueles discursos que proliferam o ódio contra a comunidade negra.

Local: sala Prédio Novo 3 Agropecuária

Minicurso
09h 30min
IFF Encanto
Apresentação do IFF Encanto
Outros
09h 50min
FEMINISMO NEGRO diálogos com o Teatro do Oprimido
Paolla Souza (UENF)

Local: Sala 15

Oficina
Samba: histórias musicadas de um passado de luta e glória
Gabriela Tavares Candido da Silva (UENF) e Jorge Ray da Silva Gomes (UENF)

Local: sala 6

O encanto da tradição e resistência do samba" vai falar através da música. O batuque, a história, as lutas e a poesia do negro será contada e cantada como forma de louvor, arte, respeito e resistência da cultura afro no Brasil.

Oficina
OFICINA DE DANÇA DE RUA
Douglas Zóio

Local: Sala 14

Oficina
Alma para Alma: As opressões da Mulher Negra, cultura afro-brasileira e questões sobre o racismo na contemporaneidade
Núbia Oliveira da Silva – artista plástica e militante

Resumo: A palestra abordará questões sobre o Racismo na Contemporaneidade e suas diferentes formas de opressão, evidenciando as causas e condições que interlaça a população negra brasileira, colocando-a a margem da sociedade, revelando também as violências contra a Mulher Negra, sua luta e resistência, aflorando e conhecendo um pouco mais sobre a cultura Afrobrasileira! 

Local: Auditório

Palestra
ABAYOMI: CONFECÇÃO DE BONECAS AFRICANAS
Camila Ramos (Arte/educadora - IFF Bom Jesus)

Resumo: Nesta oficina iremos conhecer e confeccionar a boneca símbolo da resistência conhecida como Abayomi, termo que significa Encontro Precioso em Iorubá. As mães africanas rasgavam retalhos de suas saias e a partir deles criavam pequenas bonecas, feitas de tranças ou nós para acalentar e proteger seus filhos durante as terríveis viagens entre a África e o Brasil.

Local: Sala 20

Materiais necessários: retalhos de tecidos.

Minicurso
Oficina de CAPOEIRA
Professor André (Marreta)

Resumo: Nesta oficina serão apresentados os movimentos básicos do jogo da Capoeira Angola e do Maculelê e os princípios básicos dessas tradições afro-brasileiras. Sua prática representa a conjugação de diferentes manifestações culturais que incluem a dança, a música, a dramatização, a brincadeira, o jogo, a luta e a ancestralidade como ato de resistência. Possui suas origens em elementos da cultura de várias matizes de povos africanos que foram escravizados mantidos em cativeiros e sincretizados com elementos de culturas indígenas e de origem europeia.

Local: Quadra do IFF – Campus Bom Jesus

OBS: Ir com roupas leves adequadas à prática

Oficina
Conexões entre o Novembro Azul e o Novembro Negro: Susceptiblidade afrodescendente no Câncer de Próstata
Ligia Cordeiro M Faial e Samarone Borges

A sessão representa um bate papo sobre o Câncer de próstata e sua prevalência, diagnóstico e recomendações, assim como conscientizar a população masculina sobre a necessidade para o cuidado de sua saúde.  Os homens afrodescentes  apresentam risco cerca de 2 vezes maior de manifestar a doença, além de chance de 2,5 a 3 vezes maior de morrer pelo câncer. Mas por quê? Venha conversar conosco e se interar sobre um assunto de extrema importância para a saúde da população masculina. 

Local: Sala 06

Palestra
"MOVIMENTOS POPULARES CORPO - POPULAR - CÊNICO" BANDA "Duas Mulheres"
Michele Pereira da Silva, Luize Mendes dias

Resumo: A oficina consiste em vivencias corporais através de Poemas e Músicas em sua maioria instrumental. O objetivo é experimentar diversas formas de expressão corporal, tendo como objetivo ampliar o campo de criação, concepção e improviso nas áreas do Teatro e da Dança.

Local: sala Prédio Novo 3 Agroindústria

Oficina
12h
Jongo Mirim de Machadinha
Local: gramado da entrada
Outros
12h 30min
RODA DE CAPOEIRA, Maculelê e Samba de Roda
Professor Marreta (André) - Apresentação de Capoeira Angola, Maculelê e Samba de Roda com o Professor Marreta (André) e o grupo de capoeira de São José do Calçado. Local: Gramado/Hall
Outros
13h 15min
APRENDIZADO DO SOFRIMENTO NA “PEQUENA ÁFRICA” DO HOLOCAUSTO JUDEU À DIÁSPORA AFRICANA
Alan Reis (IFF), Charles Nunes (IFF), Gabriel Macedo Giró (IFF), Rafael Ferreira Tardin (IFF) e Rogério Ribeiro Fernandes (IFF)

Resumo: O documentário (2017, 12 min.) é o resultado do trabalho coletivo de alunos do campus Quissamã do IFFluminense, sob coordenação do professor de História, Rogério Fernandes. O grupo do campus Quissamã realizou trabalho de campo no centro do Rio de Janeiro, no dia 7 de outubro deste ano, percorrendo um circuito que se iniciava com a Exposição Holocausto – Trevas e Luz, no Museu do Amanhã e depois passava por lugares de memória de sofrimento de africanos escravizados e seus descendentes: Pedra do Sal, Jardins Suspensos e Cais do Valongo, Local das Barricadas do Porto Arthur e Cemitério dos Pretos Novos. A proposta era construir conhecimento a partir da experiência do sofrimento, pautada em duas das maiores tragédias humanas: o Holocausto e a Diáspora Africana.

Local: sala prédio Novo 3 agropecuária

Oficina
Ser negro aqui: um olhar sobre a nossa cidade
Pedro Salim Júnior – mediador, Jussara Miranda, Maria Helena Gomes, Fagner Padilha, Wallace Mello

Resumo: Roda de conversa com Professores da rede pública local sobre as dificuldades em implementar a Lei 11.645/08 em prol de um currículo que garanta a diversidade e o combate ao racismo e à intolerância.

Local: Sala 17

Roda de Conversa
Exibição do documentário Memórias da Fé um retrato e mapeamento das comunidades de terreiro no noroeste fluminense
Sonia Maria Azeredo de Paula Uchôa Associação Religiosa Diesin e José Luiz Ribeiro

Local: Mini auditório

Roda de Conversa
Jongo – Avô do samba - encanto da tradição e da resistência
Guilherme Lemos (IFF)

Jongo Mirim – Quilombo da Machadinha

Local: Auditório

Palestra
Oficina Esculturas com papel Machê - Heroínas Negras
Núbia Oliveira da Silva

Resumo: Desvendando as técnicas do papel Machê e religando os laços da memória, o presente mini-curso irá propor uma junção da arte com a história da resistência de personagens negros(as) ao longo dos tempos, ressaltando a luta das mulheres no processo de libertação e ações contra o racismo e a escravidão no Brasil.  

Local: sala 20

Oficina
Oficina de Bioconstrução
Camila Ramos, Pablo Soares Pozes, Cristiano Duarte Melo

Local: Sala Ecológica

OBS: Vir com roupas confortáveis.

Oficina
VISTA MINHA PELE – PERCEPÇÃO TEATRAL DA OPRESSÃO RACIAL
Celiane Vieira, Dharvind, Izabella Lopes, Allan Pavuna

Local: Sala 04

Oficina
Revista África e Africanidades
André dos Santos Silva - IFF Quissamã

Resumo: Online desde maio de 2008, a revista África e Africanidades vem mostrando como lutar contra o preconceito étnico-racial  apresentando artigos, resenhas e entrevistas de qualidade. Centrada principalmente nas áreas cultural e pedagógica, a revista se dedica a temas africanos, afro-brasileiros e afro-latinos. A maioria dos artigos é escrita por acadêmicos de áreas como literatura, antropologia e pedagogia e traz assuntos que ainda podem ser considerados tabu ou inusitados, como: o funk carioca deve ser ligado à cultura ou ao crime? Exu pode ser visto como um símbolo pós-moderno? A origem do tango pode ser traçada desde a África? O objetivo da revista é promover “a reflexão e o debate acadêmico e pedagógico sobre temas como a história da escravidão, relações raciais e os complexos processos de construção identitária”. A africanidade inerente ao brasileiro está em cada espaço, discutida em cada parágrafo dos textos.

Local: sala 18

Mesa Redonda
14h 30min
IFF Encanto/ UNATI
Apresentação Canto das três raças
Outros
14h 50min
Roda de Conversa e Oficina de Estamparia NEABI e Coletivo Feminista Negro do IFF Itaperuna
Marcelo Cucco e Coletivo Feminista Negro de Itaperuna

Local: Sala 03

OBS: trazer camiseta para estampar 

Oficina
A “Praga do Padre Preto” memória e racismo no distrito de Calheiros do século XIX aos dias atuais
Luiz Carreiro (autor do livro sobre a vida do Padre João Mendes Ribeiro)

Local: Sala 06

Roda de Conversa
Oficina poético musical: luta, vida e amor – o homem invisível
Ronaldo Só Moutinho – coordenador NEABI campus IFF Quissamã

Resumo: A "pegada" desta oficina é fazer um diálogo poético musical e literário com obras de Cartola, Sandra de Sá, Nelson Sargento, Dona Ivone Lara, Ralph Ellison e outros de modo informal, dando sentido as nossas lutas diárias, nos motivando para a vida e nos acionando pela potência do amor através de músicas que serão tocadas e cantadas. E a partir dessas escutas, questões de invisibilidade e visibilidade poderão vir à tona. Saiba que a sua presença e a sua voz dão sentido a vida.

Local: Sala 02

Oficina
Roda de Conversa com Guardiães da Tradição – Comunidade de Remanescentes de Quilombo de Machadinha (Quissamã-RJ)
Dalma dos Santos (diretora do Memorial de Machadinha), Seu Gilson (mestre do tambor do Jongo) e Dona Preta (Jongueira, Cozinheira e moradora do Sítio Santa Luzia)

Resumo: Troca de experiências com três guardiães de tradição da comunidade de remanescentes de quilombo de Machadinha, localizada no município de Quissamã, no Norte Fluminense. Esses guardiães, descendentes de antigos escravos de um latifúndio açucareiro, irão compartilhar suas vivências numa das comunidades quilombolas mais conhecidas do território fluminense. Dalma é contadora de histórias e coordena o grupo de Jongo Mirim de Machadinha; Seu Gilson ainda corta cana com mais de 80 anos de idade e participa do mesmo grupo de jongo; Dona Preta conhece a fundo histórias de Machadinha e se destaca como cozinheira de pratos típicos da comunidade.

Local: sala 15

Mesa Redonda
Oficina de PERCUSSÃO
Gildário

Resumo: A percussão é um instrumento de empoderamento, luta e resistência da cultura afro-brasileira. Nesta oficina vamos vivenciar os toques e batuques, visitando ritmos afro-brasileiros para reconhecimento e execução das técnicas de instrumentos que emanam da nossa ancestralidade. Quem tiver algum instrumento pode trazer! Vamos fazer barulho!!

Local: Sala 01

Oficina
Turbantes, acessórios, transição capilar e preconceitos
Roberta Souza Silva e Victória Mendes

Resumo: A oficina tem como objetivo contar a experiência pessoal das oficineiras trazendo um reconhecimento individual do público para com a situação. A temática do Big Chop (Grande corte) - momento em que o indivíduo em transição corta o cabelo retirando a parte com química, restando o cabelo natural, o cuidado posterior, o preconceito e acessórios utilizados que ajudam nesse processo também farão parte da temática, encorajando quem está passando pelo momento e fazendo com que estes, possam gostar e amar o que já são deles. Sua herança, sua história.

Local: Sala 19

Oficina
15h
Trinta e Cinco anos de militância do Movimento Afrobrasileiro de Itaperuna (MOABI) no noroeste fluminense – uma retrospectiva das ações e histórico do movimento
Umberto de Alencar Moreira Malaphaia - historiador do MOABI Eduardo Lucindo Rodrigues Cunha IFF Itaperuna

Local: Sala 23

Palestra
16h 30min
Oficina BATALHA DE RAP
Rafael Silva da Cruz, Márcio Vieira Viana Júnior, Hugo de Azevedo Silva

Local: Sala 14

Oficina
Show Banda Auá
A banda Auá (Nós no dialeto Yorubá) é composta por quatro jovens negros, no repertório pode-se notar a brasilidade da banda que permeia entre o Reggae, Mpb, Pop, Rap, Funk. Tudo isso dentro de um show leve, descontraido e intimista. A banda aposta num show autoral, além de tocar musicas de artistas de renome que influenciaram em sua formação musical. Tais como Criolo, Caetano, Castello Branco, Carol Conka... Local: Hall/ Auditório
Outros
17h 30min
Grupo Pérolas Negras (Santo Antônio de Pádua)
Pérola Negra e NEABI de Pádua
Outros
BATALHA DE RAP
RAFAEL CRUZ E GALERA DA OFICINA Local: Hall
Outros
18h
Coisas desse meu lugar:
Horácio, interpretando Arlindo Cruz
Outros
18h 30min
Por uma prática educativa emancipatória e por um currículo antirracista - 14 anos da Lei 11.645/08
MOABI, Luiz Borracha, Ronaldo Só Moutinho, André dos Santos Silva

Local: Auditório

Mesa Redonda
19h 30min
Roda de Samba - encerramento do evento
O samba é resistência! Mais que nunca é preciso cantar! Vamos homenagear os artistas, compositores e sambistas. Mais que nunca é preciso cantar! Podem chegar pra roda! Tragam seus instrumentos!!!
Outros
20h
Apresentação do Projeto Viola, Folia, Amor!
Cris Cantaluz em parceria com a escola de Música Jemaj e alunos do IFF Bom Jesus Local: Auditório O Projeto Viola, Folia, Amor é a primeira formação de orquestra de Sanfona e Viola Caipira de Bom Jesus do Itabapoana. O projeto iniciado pelo músico e compositor Cris Cantaluz em parceria com a Escola de Música JEMAJ e recentemente com o IFF Campus Bom Jesus de Itabapoana vai apresentar o repertório que está sendo ensaiado ao longo desses últimos meses e busca resgatar a memória e cultura rural.
Outros